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Lema do Blog

20 de abril de 2007

Odeio hoax (Vídeo atualizado)

Segue aqui um vídeo relativamente próximo ao que aconteceu no massacre da Columbine School nos EUA em 1999 e parte do filme Zero Day, inspirado no acontecimento*:

*É necessário o cadastro no Youtube, e ser maior de 18 anos.

Está em moda falar sobre o tema, desde o último dia 16, no qual o estudante coreano Cho Seung-Hui matou 33 pessoas na Universidade de Tecnologia da Virgínia.
Muitos falam sobre a influência dos games, mas não é nada mais do que uma demagogia, papo de quem não quer saber do mundo ao seu redor.
Isso se deve basicamente à desilusão dos jovens, à falta de perspectivas, à sociedade fútil (capaz de consumir esse tipo de "entretenimento" apresentado acima), ao tráfico de armas, ao governo mais preocupado em ações populistas do que efetivas, à degradação de valores como a honra e a ética.
Até aí nada de novo.
Mas temos muitos outros pontos a considerar além desse tradicional discurso conservador, pois não basta apenas julgar as causas olhando de fora, como esses psicólogos incompetentes e limitados que falam sobre os jogos violentos como formas de inspiração, não de entretenimento (sendo que o mínimo que podemos observar desses bizarros protagonistas, é que esses indivíduos apresentam sérios problemas de isolamento, esquizofrenia e depressão).
A culpa é está na superficialidade dos jovens. Afinal, eles tem personalidade?
São meros fantoches de um grupo que propaga asneiras que nem sabe de onde vieram. Sejam picuinhas que vão passando pelos dogmas tradicionais, o radicalismo social, a irresponsabilidade nos nossos formadores de opinião, até a fraqueza filosófica dos indivíduos.
O que ocorre é que os jovens de hoje em dia procuram a realização através dos outros, não de si mesmos. São dependentes, fúteis, melancólicos, limitados, e apesar disso, como todos os adolescentes, acham que são os donos da razão.
Em todo o indivíduo, existe um universo vasto, composto por seus sentimentos, seus conhecimentos, sonhos, e a relação destes com seu dia-a-dia (isso com todo mundo), mas que só pode evoluir através da busca do conhecimento. É como dizia Einstein: "A mente que se abre à uma nova idéia, jamais voltará ao tamanho original".
O indivíduo, segundo a psicologia, procura indivíduos que lhe são parecidos, formando os grupos sociais. A relação de todos os universos individuais, diante do conhecimento agregado, é o que podemos chamar de realidade. Portanto quem pode dizer que está com a verdade? O conhecimento te afasta da felicidade, mas te aproxima do óbvio, da imparcialidade.
Ah! mas é que hoje em dia ter filho é fácil. Você deixa a criança assistindo TV enquanto faz suas coisas, prefere dar uma resposta autoritária, à uma que cause reflexão ou um diálogo, bate na hora que deveria explicar ou explica na hora em que deveria bater. Até mesmo no desenvolvimento da espiritualidade, ou do senso crítico e da individualidade, é imprescindível a busca do conhecimento.
O que falta aos jovens é aprender que ao escutar e entender os outros você aprende com eles, mas aquilo não deve necessariamente influenciar suas atitudes próprias, e em sua própria consciência. Falta ambição pela sabedoria, a real noção de que sem conhecimento, suas idéias não tem valor.
Portanto, seus psicólogos de m*rda, enfiem essas teses preguiçosas no c* e depois comam. Não ponha culpa apenas nos jogos violentos, que é talvez a relação mais óbvia do indivíduo perturbado com o ato do crime, e sim em todos os conflitos internos humanos provenientes da falta de diálogo. Se é um problema que "não se pode resolver", então ponha a culpa nessas m*rdas de textos mastigados que vocês publicam (que geram ainda mais problemas entre pais e filhos), em sua própria preguiça profissional, em sua incompetência como pai, filho, amigo e formador de opinião.

Vídeo postado por vodkaslette42099

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postado por Márcio Gordex às

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1 de abril de 2007

A personificação da estupidez

Vi este texto no blog Empada de Quiabo e resolvi compartilhar com vocês na íntegra.

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Premio Darwin


O Site Darwin Awards (Prêmios Darwin) é uma coletânea de humor negro. Para quem não sabe, Darwin é o pai da teoria da evolução.

A filosofia do site se traduz em premiar as estórias escabrosas de quem deu cabo “acidentalmente” da própria vida, por terem gentilmente retirado seu DNA do pool genético da humanidade. Assim permitindo a evolução da espécie, reduzindo a quantidade de seres humanos geneticamente propensos a cometer as idiotices que os agraciados alcançaram. Para ganhar o tal prêmio, as estórias precisam ser confirmadas, caso contrário, tornam-se as chamadas lendas urbanas. Outras histórias merecem menção honrosa, talvez porque o protagonista não tenha perecido no final.

Enfim, trago aqui uma coletânea das melhores estórias do Prêmio Darwin.

- Um paciente num hospital inglês, fazia um tratamento de pele com um creme à base de parafina. Foi avisado pelo médico que o tal creme era inflamável. Como era fumante, e no hospital era proibido fumar, resolveu dar uma escapadinha. Acendeu um cigarro e sentiu-se aliviado. Ao terminar, jogou o cigarro no chão e pisou nele. Acontece que a parafina estava lá, e além disso, havia impregnado suas roupas, tornando-o uma tocha humana. Não resistiu.

- Um casal americano de namorados resolveu brincar no interior de um balão de gás hélio desinflado. A voz da pessoa que respira hélio fica aguda, e divertiram-se com isso. Porém devem ter faltado à aula sobre a importância do oxigênio. A perda de consciência é rápida quando se respira hélio na falta de oxigênio, e ali ficaram para sempre.

- Tem brasileiro na parada: um homem resolveu desarmar uma granada passando com o carro por cima dela, e dando marcha-a-ré. Não conseguiu. Então resolveu bater na granada com uma marreta. O esperado (não por ele) aconteceu na segunda marretada, e ainda levou mais seis carros e a oficina onde nosso gênio brazuca tentou seu feito. Pior fez um croata, que tentou abrir uma granada com uma serra elétrica e teve o mesmo desfecho.

- Em Belize, na América Central, um rapaz de 26 anos, inspirado em Benjamin Franklin, resolveu empinar pipa com fio de cobre. Ao contactar um fio de alta tensão, uma descarga elétrica pulverizou nosso amigo. E o pai do rapaz disse que ele era eletricista, imaginem se não fosse.

- Um austríaco que trabalhava num compactador de lixo, colocou algumas caixas de papelão na prensa hidráulica e resolveu dar uma ajudinha, empurrando as caixas com o pé, com a prensa armada. A prensa, fazendo o seu trabalho, levou não só as caixas, como pegou o pé e tragou nosso pobre amigo para dentro dela.

- Um estudante em Cingapura, curtindo seu rock e tocando “air guitar”, pulando e se sacudindo na cama e contra as paredes, não percebeu que a janela estava aberta. Num momento de empolgação, se lançou contra esta e a lei da gravidade fez o resto.

- Uma toupeira provavelmente venceu a guerra contra um homem na Alemanha. Tentando tornar o solo inabitável para o bichinho, o homem enterrou barras de ferro no chão e conectou eletricidade em alta voltagem a estas. Foi encontrado morto ali mesmo, pois acabou eletrificando o próprio chão onde pisava. A polícia teve que cortar a energia antes de entrar na casa.

- Em Seattle, nos EUA, dois bêbados resolveram travar uma competição de força e resistência. Ficariam pendurados pelos braços em um viaduto sobre uma via expressa. Quem resistisse mais tempo levava o prêmio, um de cada vez. Apesar da ajuda do amigo, o vencedor não teve força suficiente para se erguer, e acabou caindo em frente a um caminhão em alta velocidade.

- Os elefantes são animais sentimentais. Foi o que descobriu um tailandês de 50 anos, que resolveu brincar com o animal, que estava acorrentado. Pegou um pedaço de cana de açúcar e ofereceu ao elefante, e quando este ia pegar, o retirava. Ficou nessa brincadeira por um bom tempo. Chegou o momento que o pobre animal se enfureceu, e numa das retiradas, cravou suas presas no estômago do homem, matando-o.

- Um operário malaio, espantado com a queima de fogos no Ano Novo lunar, notou que alguns dos fogos eram na verdade foguetes, que iam a grandes alturas. Curioso, resolveu ver o tubo de lançamento mais de perto, aliás, tão perto que ele entrou no tubo. Este disparou, jogando nosso amigo longe e para a eternidade.

- Um surfista americano, cansado, e com uma bela noite de lua cheia na praia, perturbando seu sono, resolveu dormir no lugar mais escuro possível, embaixo de sua pickup, estacionada na praia. Foi encontrado morto no dia seguinte. A explicação: a subida da maré, acabou amolecendo a areia abaixo da pickup, e esta afundou, prendendo o surfista, e não o deixando escapar enquanto a maré subia.

- Dois jovens taiwaneses resolveram entrar em uma contenda à moda antiga, por uma garota. Iriam dirigir suas scooters em alta velocidade, em direção ao outro, e aquele que não desviasse, teria o direito de cortejar a amada. Nenhum desviou, e ambos morreram na hora com o impacto. A garota? Não quis comentar, mas declarou que não estava interessada em nenhum deles.

- Um austríaco, bêbado e drogado, chegou em casa e resolveu entrar pela janela da cozinha, que tinha uma pequena brecha. Conseguiu passar o corpo e a cabeça chegou até a pia, porém ali ficou entalado. Tentando se livrar, ligou a água quente, e a pia estava com o plug. Morreu afogado. A polícia atribuiu o fato ao estado do homem, pois este poderia ter simplesmente desligado a torneira, tirado o plug, ou melhor ainda, entrado pela porta, pois a chave estava em seu bolso.

- Um holandês, não sabendo que o máximo que um ser humano consegue correr, por curta distância, é de 25 km/h, colocou seu carro no piloto automático a 32 km/h e resolveu fazer uma demonstração, que sairia do carro, correria ao lado deste, e entraria de novo. Ao colocar o pé para fora, inevitavelmente caiu e bateu a cabeça no asfalto, morrendo dias depois.

- Concurso de cuspe a distância no Canadá. Um dos participantes, objetivando dar mais velocidade ao seu “projétil”, na varanda de um apartamento, toma distância, corre, e manda ver. Mas não consegue parar e vai junto. O cuspe caiu um pouco a frente do corpo.

- Uma americana resolveu ficar em pé numa montanha russa, e destravou sua barra de proteção. O carro começou uma descida íngreme e em alta velocidade, e a moça, ficou no ar, caindo então de uma altura de 21 metros.

- Mais brazuca: um empregado começou a encher um tanque de gasolina vazio com água, procedimento padrão para retirar os vapores inflamáveis. Ao checar o nível da água para verificar se já havia segurança, nosso conterrâneo parece que esqueceu porque colocava água ali, pois estava muito escuro e ele resolveu acender um isqueiro para verificar o nível. Seu genial teste determinou que o nível da água ainda não tinha eliminado todos os gases, e foi seu último trabalho.

- Um casal inglês resolve consumar sua união no meio da rua, sobre a faixa branca de trânsito. Ainda foram avisados do perigo por alguns motoristas, que desviaram, e um pedestre, mas um motorista de ônibus os confundiu com uma alguma outra coisa e não desviou.
- Um americano fugindo da polícia, resolve trocar tiros de forma inusitada. Ele colocou a arma apontada para trás, sobre seu ombro, e atirou, assim não perdendo tempo na fuga. O quarto tiro saiu pela culatra. Não olhando para o alvo e para onde a pistola apontava, atirou contra a própria cabeça, morrendo na hora.

- Dois americanos resolveram fazer rappel numa ponte ferroviária, e justamente na hora que estavam pendurados, o trem passou. Nada demais, se eles não tivessem amarrado as cordas justamente nos trilhos do trem, que as cortou sem dó.

- Um brasileiro resolveu acabar com um ninho de abelhas usando fogo. Para se proteger, colocou um saco plástico amarrado na cabeça, pegou a tocha e foi enfrentar as abelhas. Foi encontrado morto depois, não pelas abelhas, mas porque o saco estava a prova de picadas, fumaça… e de oxigênio.

- Um terrorista iraquiano aparentemente não selou adequadamente uma carta bomba. Os correios retornaram ao remetente, e esquecido, ele a abriu. Funcionou corretamente.

- Dois ativistas alemães, lutando contra a crueldade de mandarem porcos para um abatedouro, resolveram protestar libertando um dos animais. Subitamente, dois mil outros porcos também resolveram se libertar, pisoteando e matando seus heróis.

- Um americano resolveu fazer bungee jump de uma ponte de 21 metros. Aparentemente tomou cuidado em medir a corda adequadamente. Porém deve ter esquecido que a corda se estica, e o comprimento dela esticada era maior. Acabou se esborrachando no salto.

Para terminar, uma das melhores lendas urbanas já publicadas no site:

Um americano de Michigan, fecha a compra à prestação de um Jeep. Celebrando com os amigos, resolvem sair para caçar pato. Era inverno nos EUA, e os lagos estavam congelados, portanto, era prática comum usar dinamite para abrir buracos no lago e permitir o pouso dos patos. Tudo estava pronto. O Jeep, a cerveja, as armas, a munição, o cão Labrador para perseguir os patos…
Chegando na beira do lago, estacionaram o Jeep sobre este (prática comum, estava congelado) e acenderam uma das bananas de dinamite. Não havia perigo, pois o pavio dava para uns 20 segundos. Jogaram a dinamite no centro do lago e se prepararam para a explosão. Aí tudo começou a dar errado.
Um dos “membros” da expedição resolveu agir por instinto. E foi em desespero, que os homens viram o cão partir em direção ao lago, onde havia caído a dinamite. Os gritos para que o pobre animal retornasse foram em vão, afinal, era um Labrador treinado, e estava voltando com a dinamite para o seu dono, e o pavio aceso. Numa tentativa desesperada, o dono do Jeep resolve atirar no cão para deter seu retorno.
O problema é que a munição era específica para pato, incapaz de causar dano num cachorro. Confuso, finalmente o animal entende, do seu ponto de vista, o que está acontecendo. Mete o rabo entre as pernas e procura o único local seguro para se esconder, sem largar a dinamite.
Embaixo do Jeep.
Ainda podia piorar, pois a explosão, além de triturar cão e Jeep, como este estava dentro do lago congelado, abriu um buraco no gelo e o que restou do Jeep foi para o fundo do lago.
E como tudo sempre pode piorar, a seguradora não aceitou a justificativa, e o nosso protagonista continuou pagando as prestações do seu Jeep afundado.
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Não é muito bom saber que até mesmo nas coisas mais imbecis, podemos contribuir com a humanidade?

Vídeos relacionados postados por broddyman (em inglês).
Darwin Awards Show 2000
Darwin Awards Show 1998

Gostaria de agradecer a iniciativa, e dizer que aprecio muito o blog Empada de Quiabo. Acessem-no para mais textos lúdicos.

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postado por Márcio Gordex às

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Adaptação e ódio

Olá amigos odiosos!
Já faz um tempinho que eu não posto por aqui. Estava enrolado com minhas obrigações acadêmicas, mas agora eu estou de volta.
Mas esse tempo foi bom. Pude refletir e perceber que o ódio é o melhor sentimento que pode se ter com relação a determinados tipos de atitudes.
Primeiro, pagar adaptação é f*da. Além de você enxergar certinho as panelinhas da sala, você fica no meio daquele fogo cruzado o tempo todo. Às vezes a guerra não é declarada, mas é perceptível a competição.
O pior ainda é quando dentro dos respectivos grupinhos, tem asnos em forma humana, que devido a uma má impressão, ou até ciúmes, não tem discernimento algum ao dar uma bola fora, e ainda acha que está com a razão.
Ocorreu que tentaram roubar minha calculadora dentro da classe nesta quinta um pouco antes de uma prova. Procurei por todos os lados do fichário (só faltou procurar no forro). Falei com o professor e fui até o carro pra conferir se estava lá, e nada. Então fui até a coordenação pedir “busca e apreensão” da minha calculadora, e nesse meio tempo, a calculadora apareceu bem mal colocada dentro do meu fichário, onde eu nunca a coloco.
Sendo honesto e até um pouco agradecido a quem roubou por ter se arrependido da tentativa, mostrei para classe quando apareceu. Disse para todos (dizendo para a pessoa que fez) para não fazer mais esse tipo de brincadeira, pensando que possivelmente muitos já passaram por tal situação. Nisso vem um imbecil, e diz: “Da próxima vez, procure direito!”.
Eu já puto, bati boca. Expliquei que procurei nas minhas coisas e no carro e não havia encontrado. Ele torna a repetir para eu procurar melhor, mas aí meu sangue não é de barata né? Tava pra levantar e ir tirar satisfação com aquele imbecil do outro lado da sala, se é por causa da turminha eu me garanto. Mas daí é na hora que bate o bom senso, e o que você passou até agora no curso, em relação ao fato de ser expulso. Soltei um: “Porra, eu já falei que não tinha mais onde eu procurar”, então ele falou que eu acusei o povo da sala. Lógico que eu acusei, eu tinha sido roubado, e lá dentro! E se não tomasse aquela postura, não teria minha calculadora de volta. A grande diferença é que eu não apontei o dedo na cara de ninguém. Expus esse fato. Foi quando ele disse “mas você ta perturbando a prova”. Bem, ia soltar um “f*da-se essa prova amigo!” (eu tinha que escolher ser prejudicado?), mas lembrei do professor, vi que a discussão já tinha acabado e falei: “então faz sua prova aí, que eu faço a minha”. Oras, o que é meu é meu, não é qualquer marmanjo que vai tirar de mim.
Aquela calculadora é um presente do meu velho (já falecido). Com freqüência eu a abro, limpo, troco as pilhas. Considero não um apreço pelo bem em si, mas sim do valor sentimental que tem pra mim. Afinal de contas, meu velho era chato, mas sábio, me deu ela quando pedi um Vídeo Game!
Vejo que a grande culpa disso é a panelinha, muitas vezes o bom senso não chega a a nós quando estamos em grupo, o julgamento da situação, portanto torna-se parcial. A situação de adaptado é difícil nesse sentido, pois já é o quarto ano, e eu não conheço as peças da minha sala nem de nome.
Quanto a minha personalidade, é fácil de conhecer, sou tranqüilo, amigável, prestativo, justo, e por isso mesmo ODEIO gente folgada.

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postado por Márcio Gordex às

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11 de março de 2007

Tem é que matar bandido (1)

Moro em Campo Grande-MS.
Comparada à outras capitais, ou até outras cidades mais populosas, nossa querida "Cidade Morena" não é uma cidade violenta.
Mas levando em conta que é rota de narcotráfico (e que rota!), é próxima à fronteira (Bolívia e Paraguai), e por um ponto de fuga de fugitivos de todo o país, além de diversos fatores, diríamos que a violência por aqui é realmente considerável.
Tudo bem minha querida cidade ser um ponto barra-pesada, mas ainda assim acho absurdo temer pela minha segurança, dentro da minha casa, no meu bairro ou nos lugares que gosto de freqüentar, pois eu (como todos aqui) trabalho 3 meses por ano só para pagar impostos.

Esta noite, 38 presos fugiram da Polinter (Vila Sobrinho, próximo à áreas residenciais e relativamente do Centro), armados com metralhadoras, pistolas, carabinas e outras coisas talvez nem sequer divulgadas para não causar pânico, já furtando logo em seguida 4 carros, dentre eles uma Blazer da polícia.

Segundo as notícias, os presos serraram as grades, e renderam os policiais, que realizavam a entrega das marmitas para o jantar. Tal cela abrigava 88 detentos, suportava apenas 16.

Os fatos estão aí, sendo agora a vez do paradigma: porque não matar alguns bandidos?
Muitos dos presos, estão longe de ser réus primários. Mesmo em crimes como assassinato.
Já entraram, saíram, voltaram, saíram, voltaram e continuam na mesma.
Não passam de gente que, levando para o lado humanista, não conhece outro tipo de vida, mas se tiver que te matar para conseguir R$ 70, sabe-se bem onde ele enfia esse tal "lado humanista".

E as coisas ficam a cada dia piores.
Você é um(a) cidadão(ã), que trabalha o dia inteiro, leva e busca seus filhos na escola, vai ao Carrefour fazer as compras do mês, assiste os jornais no conforto da sua cama com a sua amada(o) esposa(o) e vê os crimes que estão acontecendo.
Meu(inha) caro(a), com toda a sinceridade, você acha que sua vida é tão diferente do que eram as vidas das pessoas que você vê com as tripas de fora no Cidade Alerta?

(Continua no post abaixo)

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postado por Márcio Gordex às

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Tem é que matar bandido (2)

Temos que nos conscientizar, mas principalmente, nos defender. Quiseram desarmar a população, fazem de tudo para abafar discussões sobre pena de morte, põe a culpa nos políticos e na educação, vão só logrando.. mas isso até a hora em que o marginal entra na casa de determinado cidadão, pega a filha de 9 anos, estupra na frente da mãe e mata as duas à facadas. Só então o tal pacifista vira a casaca, e manda a tal demagogia para onde deveria estar desde o início.

Caiam na real, saibam que pelas leis brasileiras, o único que tem direito à vida assegurado por lei é o do bandido.

Eu dou um duro danado para pagar meu almoço e janta, luz, água e telefone, enquanto esses assassinos ficam lá tomando sol e jogando futebol, formando quadrilhas, jogando truco esperando o tempo passar, tudo isso as minhas custas.
Ah! E tem mais! Nunca vi uma terapeuta, médico ou psicólogo aqui em casa, fazendo uma visita para saber como eu estou ou se preciso de algo, nem igualmente batendo à porta do casal de idosos, que são meus vizinhos, ou até mesmo na casa da diarista que faz minha limpeza.

Agora vamos ser práticos, para que dar penas de 130 anos de prisão?
Deixar o bandido durante 40, 50 anos preso é humano?
O que será ele depois de cumprir uma pena dessas?
Gastar milhões de reais em recuperação de detentos, uns com 5, outros 25 mortes nas costas?
Sendo o governo incapaz deter os que já estão presos, é capaz de deter os que estão nas ruas?
Por que não investir esse dinheiro em cursos gratuitos para a população, mais escolas, saneamento básico, tecnologia, infra-estrutura, ou quem sabe em último caso... cultura?

Presumo que quem rouba até tem concerto, mas conhecendo as devidas excessões, quem mata tem?
Depois faltam presídios, falta humanidade, falta segurança, faltam policiais, falta legislação, a única coisa que acaba sobrando, é a hipocrisia.

Concluindo, o que é o verdadeiro humanismo?
É proteger seu pai, sua mãe, seus filhos, seus parentes, seus amigos, os amigos dos seus filhos, seus conhecidos, os leitores do seu blog, seus inimigos ou em último caso sua sogra?
Ou proteger bandido?

Fonte:
Campo Grande News.

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28 de fevereiro de 2007

Introdução do conceito

Li um artigo há algum tempo, que desenhava o futuro do blog como "seu cérebro on-line".
Este um pouco confuso do ponto de vista científico (o cara realmente não é um estudioso de sociologia), mas bastante "encantador" do ponto de vista filosófico, dito que a internet já mudou a minha visão de mundo, formas de pensar e agir, etc.
Realmente, acho muito interessante a relação homem-blog.
Ele é como um diário, só que completamente escancarado, para quem quiser vê-lo, mas não apenas restrito a isto, dito que há inúmeras utilizações para um canal de informação em tais moldes.
A possibilidade de postar seus artigos em um endereço próprio, compartilhando opiniões e conhecimento, é revolucionário por si só, pensem a respeito.
O blog tornou o volume de informações absurdo, finitamente inalcançável eu diria, sendo que de certa forma educamos nosso gosto ao nos fidelizarmos a certos blog's, viciando na mente de alguém.

Tenho acompanhado já há muito tempo alguns blogs selecionados, os quais os estilos e assuntos abordados realmente me agradam, o típico blog que você adiciona em seu bookmark ou RSS.
Se você já foi "viciado em informação" de um determinado site, provavelmente já identificou uma hierarquia típica: os articulistas, os bajuladores, os usuários e os reacionários.
Acho que não é necessário discorrer a respeito destas categorias, mas vai uma breve definição sobre esses "elementos socialmente hierarquizados":

Os articulistas: são quem escrevem os artigos apresentados no blog. Estes são o grupo que pensa, que promove a disseminação da informação, discorrendo com percepção clínica a prova de erros. Compromissados com a ética, estes iluminados detém os mais altos QI's e conhecimentos suficientes para discorrer de forma profunda sobre os mais diversos assuntos, tornando-se pessoas "ecléticas" no melhor sumo da palavra.
São esclarecidos, formadores de opinião e de um entendimento mais aguçado do seu ambiente, portanto são pessoas que dificilmente (cerca de 0,0074%) se tornarão arrogantes, insensíveis, ignorantes, taxativas, medíocres, hipócritas, manipuladoras, estúpidas, enfim, pessoas com conteúdo (ou não) que tomaram o caminho de achar que ninguém mais pensa, ninguém mais sabe, ninguém mais tem senso crítico. Talvez as estatísticas apresentadas estejam um pouco desatualizadas (coisa de décadas), mas espero que tenham entendido o recado.

Os bajuladores:
são aqueles que encaram os artigos como lei, que elogiam tudo, e não buscam informações a respeito dos discernimentos em outras fontes, até mesmo em órgãos oficiais. Consideram os articulistas as pessoas mais legais do atual universo conhecido, e vêem nas palavras diárias do blogueiro, lições indispensáveis para a sua evolução comportamental, espiritual e filosófica.
Trocando em miúdos, são pessoas que se submetem de tal forma a rir das piadas mais imbecis, elogiarem besteiras realmente inacreditáveis surrealizadas pelos articulistas, ritualizar cânticos sinistros para que o blogueiro responda seu comentário, comprar ensaios fotográficos dos articulistas até mesmo quando estes são gordos, feios, burros e estão fazendo poses sexys numa caçamba de lixo, entre outros fetiches. Este grupo apresenta pessoas limitadas nos mais variados pontos de vista, inclusive em "maneiras de se cozinhar um ovo".

Os usuários: é simplesmente quem acessa o blog, de vez em quando tece um comentário, mas isto quando já leu os e-mails, já respondeu os recados no Orkut, já deu boa noite para a namorada, já deu comida para o cachorro, já se masturbou, já terminou aquele trabalho da faculdade ou freela, e navegando “cai de bobeira” nos artigos.
De certa forma, são eles o "senso comum" do mundo, e em sua grande maioria, não acham o articulista tão interessante ao ponto de dar-lhe mais de 5 ou 10 minutos de atenção. Enfim, os burruários são os mesmos que são o terror dos suportes técnicos de provedores e softwares, e dos designers. Aqueles que tem preguiça de ler, e que geralmente são os autores de façanhas como assistir Big Brother Brasil, bater Ferrari's novinhas ou aparecer na emergência do hospital com uma garrafa enfiada na bunda.

Os reacionários: os mais detestáveis seres imagináveis.
Corroídos pela inveja, rancor, e ódio ao articulista, este é capaz de fabricar até mesmo notícias falsas para contrariar as idéias do articulista em fontes obscuras como Fundação Getúlio Vargas, Editora Abril, Folha de São Paulo, BBC, IBGE, Microsoft, PC Magazine, entre outros. Embora (tomando dores dos articulistas) em muitos casos, os reacionários não são providos de base contextual suficiente para a réplica, e são potencialmente apenas uns imbecis querendo fama, conseguindo-a através de pérolas.
Geralmente o embate funciona como um debate eleitoral, ele faz a pergunta, o outro responde, ele retruca. Esta metáfora aborda inclusive, a dimensão do interesse público gerado pelas discussões.

Os reacionários geralmente são os que não assistem TV ou filmes americanos, não tomam Coca-Cola, acham que a classe da imprensa com maior credibilidade são os folhetins distribuídos por maconheiros nas universidades, acham em Che Guevara uma figura comparável à de Santo Agostinho, e freqüentam lugares de pessoas chatas de mal com a vida. Enfim, gente que simplesmente não vive no mundo como ele é.

Nós do Eu Odeio Você pensamos numa sociedade sem hierarquias ou discriminações, isso realmente nos preocupa. Com base nessa ética, propomos uma metodologia bastante eficiente, embasada em nossas experiências de longa data com o público, intelegível à todas as variedades de conhecimento. Ela se chama PhodaCe©.

Visite a nosso tópico fixo dedicado estatuto do PhodaCe©, para saber mais.



Bem-Vindo ao EuOdeioVocê.com.br

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