Não tenho motivo, nem estou aqui para falar de problemas. Não estou sério demais com coisas que não necessitam minha atenção. Não estou frustrado com nenhuma das minhas ações ou decisões. Pelo contrário. Não tenho nenhum arrependimento e estou plenamente satisfeito comigo. Não estou com encosto, nem espiritualmente, pois estou sentado em um banquinho. Não estou em depressão, estou perfeitamente bem e relaxado. Não estou doente, com qualquer tipo de dor, sequer um incômodo. Não estou nem aí para aqueles que me criticam. Eu sou assim mesmo, e se você espera outra coisa espere longe e de boca fechada. Não quero algo que não me pertence, portanto não inventem palavras que eu não disse e enfie sua insegurança ou dogmas no rabo. Não estou estressado, com excesso de trabalho, e não sofro com estas enchentes que fazem com que o percurso do trabalho para a casa tome 5 horas do seu dia. Não estou sobre efeito de álcool, alcalóides ou qualquer outro ativador cerebral. Não estou sem dinheiro, e não tenho demais dívidas. Não é sono, irritação, fome, sede, demais necessidades físicas, ou qualquer outra idiotice que você possa pensar. Não é nada disso. É simplesmente a vontade de mandar você tomar no c*.
Segue aqui um vídeo relativamente próximo ao que aconteceu no massacre da Columbine School nos EUA em 1999 e parte do filme Zero Day, inspirado no acontecimento*:
*É necessário o cadastro no Youtube, e ser maior de 18 anos.
Está em moda falar sobre o tema, desde o último dia 16, no qual o estudante coreano Cho Seung-Hui matou 33 pessoas na Universidade de Tecnologia da Virgínia. Muitos falam sobre a influência dos games, mas não é nada mais do que uma demagogia, papo de quem não quer saber do mundo ao seu redor. Isso se deve basicamente à desilusão dos jovens, à falta de perspectivas, à sociedade fútil (capaz de consumir esse tipo de "entretenimento" apresentado acima), ao tráfico de armas, ao governo mais preocupado em ações populistas do que efetivas, à degradação de valores como a honra e a ética. Até aí nada de novo. Mas temos muitos outros pontos a considerar além desse tradicional discurso conservador, pois não basta apenas julgar as causas olhando de fora, como esses psicólogos incompetentes e limitados que falam sobre os jogos violentos como formas de inspiração, não de entretenimento (sendo que o mínimo que podemos observar desses bizarros protagonistas, é que esses indivíduos apresentam sérios problemas de isolamento, esquizofrenia e depressão). A culpa é está na superficialidade dos jovens. Afinal, eles tem personalidade? São meros fantoches de um grupo que propaga asneiras que nem sabe de onde vieram. Sejam picuinhas que vão passando pelos dogmas tradicionais, o radicalismo social, a irresponsabilidade nos nossos formadores de opinião, até a fraqueza filosófica dos indivíduos. O que ocorre é que os jovens de hoje em dia procuram a realização através dos outros, não de si mesmos. São dependentes, fúteis, melancólicos, limitados, e apesar disso, como todos os adolescentes, acham que são os donos da razão. Em todo o indivíduo, existe um universo vasto, composto por seus sentimentos, seus conhecimentos, sonhos, e a relação destes com seu dia-a-dia (isso com todo mundo), mas que só pode evoluir através da busca do conhecimento. É como dizia Einstein: "A mente que se abre à uma nova idéia, jamais voltará ao tamanho original". O indivíduo, segundo a psicologia, procura indivíduos que lhe são parecidos, formando os grupos sociais. A relação de todos os universos individuais, diante do conhecimento agregado, é o que podemos chamar de realidade. Portanto quem pode dizer que está com a verdade? O conhecimento te afasta da felicidade, mas te aproxima do óbvio, da imparcialidade. Ah! mas é que hoje em dia ter filho é fácil. Você deixa a criança assistindo TV enquanto faz suas coisas, prefere dar uma resposta autoritária, à uma que cause reflexão ou um diálogo, bate na hora que deveria explicar ou explica na hora em que deveria bater. Até mesmo no desenvolvimento da espiritualidade, ou do senso crítico e da individualidade, é imprescindível a busca do conhecimento. O que falta aos jovens é aprender que ao escutar e entender os outros você aprende com eles, mas aquilo não deve necessariamente influenciar suas atitudes próprias, e em sua própria consciência. Falta ambição pela sabedoria, a real noção de que sem conhecimento, suas idéias não tem valor. Portanto, seus psicólogos de m*rda, enfiem essas teses preguiçosas no c* e depois comam. Não ponha culpa apenas nos jogos violentos, que é talvez a relação mais óbvia do indivíduo perturbado com o ato do crime, e sim em todos os conflitos internos humanos provenientes da falta de diálogo. Se é um problema que "não se pode resolver", então ponha a culpa nessas m*rdas de textos mastigados que vocês publicam (que geram ainda mais problemas entre pais e filhos), em sua própria preguiça profissional, em sua incompetência como pai, filho, amigo e formador de opinião.
Sabadão, sol quente, preguiça e feirão de automóveis rolando. Meu pai viu uma propaganda na TV que prometia: Dê 50% de entrada e parcele o restante com taxa de 0%!!! Fomos então até o feirão para conferir... Doce ilusão. A taxa era 0% mesmo!! Mas tinha uma taxinha de abertura de conta de R$ 500,00 e o carro mais baratinho (básico) custava R$ 32.000,00 e lá vai pedrada. Meu pai, como estava de muito bom humor agradeceu o vendedor e fomos a outras lojas.
Até que então eu me interesse por um Gol 0 km, que, colocando tudo que eu quero, ficaria em R$ 31.240,00. Poxa, legal. Simulei o financiamento com uma entrada de R$ 18.000,00 (que equivale a parte paga do meu carro) e tudo lindo! A parcela cabia no meu bolso e eu ficaria com um carro 0 km.
Só tinha um porém, meu carro tinha que ser avaliado... Fui hoje de manhã, todo animado, levar meu carro nas duas concessionárias para avaliação. A primeira falou: "Seu carro está com o %#*@%&# estragado e essa peça é cara, e também está com pneus ruins. Avaliamos em R$ 19.000,00. HHmmm... falei: "Sem chances, com essa avaliação não precisamos nem discutir, eu pago IPVA do carro com o valor de R$ 24.500,00". Fui embora decepcionado até a 2ª concessionária esperando um resultado melhor. Doce ilusão 2: Os caras ofereceram R$ 16.000,00.
A única coisa que me resta a fazer é mandar esse bando de f*lh* d* p*t* enfiar essa avaliação no r*b*!!! Esses idiotas pensam somente na modalidade "GANHA-PERDE", isto é, você paga um absurdo no carro deles e eles pagam uma micharia no seu. E ainda ganham o bônus do banco pela venda do financiamento. E depois as montadoras, bancos e concessionárias ficam chorando porque o pátio está cheio de carros, que o mercado está ruim, que o governo não ajuda, etc. Eu só tenho uma mensagem para vocês: VÃO TOMAR NO MEIO DO SEU C*!!!
Essa foi a xingada da semana oficial. E aproveitando o poder da Internet, vou divulgar o nome das concessionárias para que você que está lendo não passe a mesma humilhação: Autobel ofereceu R$ 19.000,00 e Discautol ofereceu R$ 16.000,00.
Olá amigos odiosos! Já faz um tempinho que eu não posto por aqui. Estava enrolado com minhas obrigações acadêmicas, mas agora eu estou de volta. Mas esse tempo foi bom. Pude refletir e perceber que o ódio é o melhor sentimento que pode se ter com relação a determinados tipos de atitudes. Primeiro, pagar adaptação é f*da. Além de você enxergar certinho as panelinhas da sala, você fica no meio daquele fogo cruzado o tempo todo. Às vezes a guerra não é declarada, mas é perceptível a competição. O pior ainda é quando dentro dos respectivos grupinhos, tem asnos em forma humana, que devido a uma má impressão, ou até ciúmes, não tem discernimento algum ao dar uma bola fora, e ainda acha que está com a razão. Ocorreu que tentaram roubar minha calculadora dentro da classe nesta quinta um pouco antes de uma prova. Procurei por todos os lados do fichário (só faltou procurar no forro). Falei com o professor e fui até o carro pra conferir se estava lá, e nada. Então fui até a coordenação pedir “busca e apreensão” da minha calculadora, e nesse meio tempo, a calculadora apareceu bem mal colocada dentro do meu fichário, onde eu nunca a coloco. Sendo honesto e até um pouco agradecido a quem roubou por ter se arrependido da tentativa, mostrei para classe quando apareceu. Disse para todos (dizendo para a pessoa que fez) para não fazer mais esse tipo de brincadeira, pensando que possivelmente muitos já passaram por tal situação. Nisso vem um imbecil, e diz: “Da próxima vez, procure direito!”. Eu já puto, bati boca. Expliquei que procurei nas minhas coisas e no carro e não havia encontrado. Ele torna a repetir para eu procurar melhor, mas aí meu sangue não é de barata né? Tava pra levantar e ir tirar satisfação com aquele imbecil do outro lado da sala, se é por causa da turminha eu me garanto. Mas daí é na hora que bate o bom senso, e o que você passou até agora no curso, em relação ao fato de ser expulso. Soltei um: “Porra, eu já falei que não tinha mais onde eu procurar”, então ele falou que eu acusei o povo da sala. Lógico que eu acusei, eu tinha sido roubado, e lá dentro! E se não tomasse aquela postura, não teria minha calculadora de volta. A grande diferença é que eu não apontei o dedo na cara de ninguém. Expus esse fato. Foi quando ele disse “mas você ta perturbando a prova”. Bem, ia soltar um “f*da-se essa prova amigo!” (eu tinha que escolher ser prejudicado?), mas lembrei do professor, vi que a discussão já tinha acabado e falei: “então faz sua prova aí, que eu faço a minha”. Oras, o que é meu é meu, não é qualquer marmanjo que vai tirar de mim. Aquela calculadora é um presente do meu velho (já falecido). Com freqüência eu a abro, limpo, troco as pilhas. Considero não um apreço pelo bem em si, mas sim do valor sentimental que tem pra mim. Afinal de contas, meu velho era chato, mas sábio, me deu ela quando pedi um Vídeo Game! Vejo que a grande culpa disso é a panelinha, muitas vezes o bom senso não chega a a nós quando estamos em grupo, o julgamento da situação, portanto torna-se parcial. A situação de adaptado é difícil nesse sentido, pois já é o quarto ano, e eu não conheço as peças da minha sala nem de nome. Quanto a minha personalidade, é fácil de conhecer, sou tranqüilo, amigável, prestativo, justo, e por isso mesmo ODEIO gente folgada.
Há muito tempo eu tenho pensado nisso... O que o inferno pode nos trazer de tão mal que vá ser pior do que o convívio com os seres humanos?? Ô "racinha" infeliz!!
Já ouvi dizer que estamos no "topo da cadeia alimentar". Nunca ouvi tamanha besteira!! Nossas presas são frágeis e menos letais, nossa pele nem pode ser chamada de couro e o que falar das garras? Temos que cortá-las regularmente para que não se quebre nos causando imensa dor, e por aí vai...
Mas aí entra nosso cérebro. Com nossa capacidade de raciocinar, de "discernir" o certo do errado, achamos que somos o máximo!! Seres ignóbeis. Usam apenas 4% da capacidade mental e inflam seus egos com isso, mas fala sério!! Vamos discutir nossa "arma" principal usando como exemplo uma situação banal do dia-a-dia.
Olha o que nossa inteligência nos mostra: O capacete foi inventado para proteger o nosso "bem maior", nosso cérebro. Sim!! Que invenção maravilhosa!! Podemos nos sentir mais seguros assim, correto?? Errado! Foi criado um item para melhorar nossa segurança, mas nós, seres inteligentes do topo da cadeia alimentar, precisamos de uma lei que nos obriga a usar capacetes, porque nossa inteligência não nos dá esse "discernimento".
A incoerência não termina por aí, temos empregos que não gostamos para comprar coisas que não precisamos, nossas crenças sem base e religiões para conseguirmos dormir mais tranquilos. Mas não vou ficar citando situações ridículas, de seres ridículos. Deixo aqui meu repúdio e intolerância:
Essa semana foi divulgada uma notícia daquelas que fazer o ódio vazar pelas veias. O avô de um garoto de apenas 2 anos mantinha o menino preso junto com três cachorros no canil, alegando que o garoto estragava seu Jardim.
Fala sério!! Quem tem filho sabe o perigo que uma criança de 2 anos representa para um jardim! O pior é que o velho de 64 anos mantinha o garoto amarrado pelo pescoço (como uma coleira) e um dos cachorros se trata de um Pit Bull (ok, eu também já vi Pit Bulls bem tranquilos, mas a imprensa adora usar isso como um rótulo que o cachorro poderia ter maltratado a criança).
Mas o ponto é: O que esse velho tem na cabeça?! Amarrar uma criança! Veja se isso é uma atitude de gente... E a mãe???
Somos contra qualquer tipo de maus tratos envolvendo crianças e por isso esse cara levou nossa xingada da semana: Filho da P*t*, C*z**, Covarde, Canalha, P** n* c*!!